Viva la revolución

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EDIÇÃO

2020

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Foto: Matias Hernan Becerrica / Unsplash

 
Vidas negras importam

As diversas vozes no movimento antirracista no Brasil

Por Eduarda Müller Spanevello

Atualizado em 24 de novembro

Inúmeras coisas podem acontecer em apenas 23 minutos. É possível ler mais de 20 mil palavras, enviar 9200 horas de vídeos para o YouTube ou até perder 260 calorias nesse espaço de tempo. Em menos de meia hora, você terá lido toda essa reportagem e poderá realizar outras atividades do seu dia a dia. Já no Brasil, segundo dados coletados pela ONU na campanha “Vidas Negras” de 2017, a cada 23 minutos uma pessoa negra é brutalmente assassinada. 

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Foto: Andiara Heisler
Violência contra a mulher é uma questão global

A pandemia que não acaba: a violência contra a mulher

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Foto: Oleg Magni

Por Morgana Schneck

Atualizado em 27 de novembro

Uma busca breve no Google sobre violência contra a mulher e feminicídio aponta dados alarmantes. Nas ruas, em casa, a caminho do trabalho. Cenários inesperados, motivos vazios. A mulher representa mais da metade de habitantes brasileiros e sofre na pele por carregar consigo o que significa ser mulher.

Em sua proteção, existe a Lei Maria da Penha que entrou em vigor através da Lei Federal nº 11.340 de agosto de 2006. Seu objetivo principal é o de criar mecanismos de proteção e defesa para coibir o problema de violência que a mulher enfrenta todos os dias. A Lei possui especificações sobre as diferentes formas de violência (física, sexual, patrimonial, moral e psicológica).

Leis como essa são eficazes? Por que os números de violência contra a mulher aumentam a cada ano? Como se combate este cenário?

 
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Foto: Clay Banks/Unsplash

Playlist

Viva la

revolución

Entre no clima desta edição da K+ com nossa playlist no Spotify, feita com carinho e consciência para você.

 
Luta pela acessibilidade
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A luta por acessibilidade e o preconceito sobre a necessidade especial

Por Mariana Giacomet

Atualizado em 27 de novembro

No Brasil, o número de pessoas que declararam ter pelo menos um tipo de deficiência, seja visual, auditiva, motora ou intelectual, totalizou 45,6 milhões em 2010 segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A PNS, Pesquisa Nacioal da Saúde, estimou 200,6 milhões de pessoas residentes em domicílios particulares permanentes no ano de 2013. Desse total, 6,2% possuía pelo menos uma das quatro deficiências citadas anteriormente.

 
Foto: Alexandre Saraiva
Revolução feminista
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Feminismo: porque você não precisa ter medo dele

Por Larissa Carlosso

Atualizado em 10 de dezembro

Apesar de ocupar o centro de muitas das discussões recentes, principalmente com o avanço e o alcance das redes sociais, o feminismo existe há muito tempo. Ele surgiu como um movimento organizado pelas mulheres na metade do século 19 com um objetivo central: a conquista da igualdade de gênero. Mesmo com tanta luta, o movimento ainda é visto negativamente em alguns meios e, para muitos, ele seria uma batalha das mulheres contra os homens. No entanto, não há o que temer. Se você acredita que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos e as mesmas oportunidades, você acredita no feminismo.

 
Foto:  Andiara Heisler
TRANSformação

A luta da população transexual brasileira pelo direito de viver

Por Djonatan Maehler e Eduarda Spanevello

Atualizado em 10 de dezembro

"Transexual", segundo o dicionário da língua portuguesa, é o termo de definição para alguém que se sente pertencente ao gênero oposto do seu nascimento e busca assemelhar-se a ele. A expressão “transexual” foi utilizada pela primeira vez em 1953 pelo endocrinologista americano Harry Benjamin, com o objetivo de identificar indivíduos que se encontravam inconformados com o seu sexo biológico.

O Brasil é o país que lidera o ranking de assassinatos de transexuais, segundo informações do dossiê ‘’Assassinatos e Violência Contra Travestis e Transexuais Brasileiras‘’. De acordo com o documento publicado pela ANTRA - Associação Nacional de Travestis e Transexuais, 124 pessoas trans foram assassinadas no Brasil em 2019. Desse total, 80% das mortes ocorreram em decorrência da violência extrema e apenas 8% dos casos tiveram seus suspeitos identificados. 

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Foto: Cottonbro by Pexels

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